terça-feira, 8 de outubro de 2013

Pirâmides Encontradas na Amazônia Brasileira

Fontes: Livro A Crônica de Akakor, de  Karl Brugger e
Trechos formulados por estudos em campo


Localizada na Serra do Gupira, região do alto Rio Negro, há uma lenda que relatam na Amazônia sobre uma suposta civilização antiga que haveria mantido contato com seres evoluidíssimos em questão de tecnologia, cujos seres construíram enormes estruturas piramidais que até o prezado momento preservam terreno intocável pelo homem.  


Por baixo de toda essa vegetação rugosa, pouco pode-se saber sobre a anatomia interna da região e inclusive há relatos de três antigas cidades chamadas de Akahim, Akakor e Akanis, cujos relatos constam no livro "A Crônica de Akakor" do jornalista alemão Karl Brugger.





Segundo o que consta no livro, em uma das pirâmides de nome "Akahim" existiria um objeto grande e muito antigo que há milhares de anos possam ter sido entregues aos sacerdotes moguladas por seres considerados como "deuses vindo do céu" e que esse tal artefato começaria a cantar com a vinda desses deuses à Terra.


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Vendo tudo isso podemos chegar à conclusão que grande parte de nossa Amazônia Brasileira não possui informações básicas de cartografia de certas àreas que possam ser cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e pesquisa da região.
Nota:
Como havia comentado sobre este mesmo tema em post anterior, resolvi apenas complementar com um resumo de outro caso semelhante para que "você leitor",  possa obter uma melhor conclusão sobre o que se esconde até mesmo em nossa região. e para um estudo mais abrangente te aconselho ler o livro " A Crônica de Akakor, de Karl Brugger".


sábado, 5 de outubro de 2013

Pirâmide de Dumeh (Barra do Garças - MT)

Fonte:Indireta à Verdade

Localizada em Barra do Garças, Estado de Mato Grosso, a Pirâmide de Dumeh (nome dado por ser considerada não somente a mais antiga pirâmide encontrada, mas também por ser localizada na Serra Azul e próximo ao Centro Geodézico do Brasil e do Mundo). Dumeh que significa Terra, possui em média aproximadamente 40 metros de altura e 150 metros de largura, tendo em si uma vegetação na qual cobre-se em toda sua extensão.
Segundo fontes internas, Dumeh pode ser a chave a abertura dos portais localizados (segundo místicos) nesta cidade, no qual haveria também ligações com o Portal de Atlântida na Serra do Roncador, cujos mesmos localizam-se também nesta cidade.
Dumeh é uma pirâmide inexplorada por estudiosos, pela mesma ser passada despercebida até mesmo por moradores locais e pelo que nota-se sua entrada interior encontra-se bloqueada por rochas naturais e vegetação fixadas na mesma e impossibilitando o acesso.
Barra do Garças até pouco tempo sendo considerada como a cidade mais mística do mundo na Espanha merece este título não só por suas belezas naturais como praias, águas termais, o discoporto (o primeiro catalogado), mas também por esconder muitos mistérios sem serem desvendados até mesmo por grandes estudiosos de todos os cantos do mundo, sendo um deles o nosso conhecido Percy Fawcett.

Segue abaixo uma das fotos da Pirâmide de Dumeh e da cidade com seus pontos místicos:






Pirâmide de Dumeh
 
Vista aérea da Cidade de Barra do Garças - MT











Estrada de Acesso à Serra Azul






Serra do Roncador


Praça onde se Localiza o Centro Geodézico
 Nota: O Blog Indireta à Verdade reserva-se no direito de Publicar esta matéria pela mesma ser de sua propriedade tais como matéria escrita e foto da pirâmide, vide que tenha sido feita de seus próprios meios de estudos em campo, sendo proibida a mesma de ser publicada em outros locais ou meios de comunicação sem a devida autorização do proprietário do Blog Indireta à Verdade de acordo com a Lei de Direitos Autorais.

Att. 
A Direção. 

domingo, 16 de setembro de 2012

Obama aprova lei de implantação de CHIPS em humanos



O microchip RFID comparado a um arroz

Identificação por radiofrequência ou RFID (do inglês "Radio-Frequency IDentification" ) é um método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente através de dispositivos denominados etiquetas RFID.
Uma etiqueta ou tag RFID é um transponder, pequeno objeto que pode ser colocado em uma pessoa, animal, equipamento, embalagem ou produto, dentre outros. Contém chips de silício e antenas que lhe permite responder aos sinais de rádio enviados por uma base transmissora. Além das etiquetas passivas, que respondem ao sinal enviado pela base transmissora, existem ainda as etiquetas semi-passivas e as ativas, dotadas de bateria, que lhes permite enviar o próprio sinal. São bem mais caras que do que as etiquetas passivas.
RFID: utiliza transponders ( os quais podem ser apenas lidos ou lidos e escritos) nos produtos, como uma alternativa aos códigos de barras, de modo a permitir a identificação do produto de alguma distância do scanner ou independente, fora de posicionamento. Tecnologia que viabiliza a comunicação de dados através de etiquetas com chips ou transponders que transmitem a informação a partir da passagem por um campo de indução. (ex: muito usado em pedágio "sem parar").
Implantes em humanos:
Implantes de chips RFID usados em animais agora estão sendo usados em humanos também. Uma experiência feita com implantes de RFID foi conduzida pelo professor britânico de cibernética Kevin Warwick, que implantou um chip no seu braço em 1998. A empresa Applied Digital Solutions propôs seus chips "formato único para debaixo da pele" como uma solução para identificar fraude, segurança em acesso a determinados locais, computadores, banco de dados de medicamento, iniciativas anti-sequestro, entre outros. Combinado com sensores para monitorizar as funções do corpo, o dispositivo Digital Angel poderia monitorizar pacientes. O Baja Beach Club, uma casa noturna em Barcelona e em Roterdã usa chips implantados em alguns dos seus frequentadores para identificar os VIPs.
Em 2004 um escritório de uma firma mexicana implantou 18 chips em alguns de seus funcionários para controlar o acesso a sala de banco de dados.
Recentemente, a Applied Digital Solutions anunciou o VeriPay, chip com o mesmo propósito do Speedpass, com a diferença de que ele é implantado sob a pele. Nesse caso, quando alguém for a uma caixa electrônica, bastará fornecer sua senha bancária e um scanner varrerá seu corpo para captar os sinais de RD que transmitem os dados de seu cartão de crédito.
Especialistas em segurança estão alertando contra o uso de RFID para autenticação de pessoas devido ao risco de roubo de identidade. Seria possível, por exemplo, alguém roubar a identidade de uma pessoa em tempo real. Devido a alto custo, seria praticamente impossível se proteger contra esses ataques, pois seriam necessários protocolos muito complexos para saber a distância do chip.
O presidente dos Estados Unidos Barack Obama aprovou a implantação do microchip nos EUA como parte da reforma da saúde em 2013.
Este chip irá conter a sua informação pessoal com capacidade de rastreamento e também será vinculado a sua conta bancária.
O implante do microchip será obrigatório, sem ele os americanos não poderão acessar os serviços de saúde.
Pela lei, a partir de março do próximo ano de 2013, cada cidadão americano é obrigado a implantar um microchip de identificação por radiofrequência (RFID), conforme exigido pela Lei de cobertura universal de saúde, que terá inicio a partir de março nos Estados Unidos.
 
O “Objectivo”: a criação de um registro nacional de identificação para permitir “um melhor acompanhamento de pacientes que queiram qualquer informação sobre sua saúde.” Na verdade, isso era esperado desde o final de 2004, conforme comprovado por um documento oficial do FDA. Este documento da FDA Food and Drug Administration, datado de 10 de dezembro de 2004 tem direito Classe II Orientação Especial do Documento: Implantável radiofreqüência Transponder Identificação do paciente e informações do Sistema de Saúde jurisdição (especial Orientação Classe II: Sistema Transponder Implantável de radiofreqüência para a identificação de pacientes e informações relacionadas à saúde) …

Nota: Aqui no Brasil o governo já adquiriu 75 mil unidades do microchip.


fonte: Wikipedia.org
http://www.caixadepandora.xpg.com.br/microchip-sera-obrigatorio-a-partir-de-marco-de-2013/

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Anjo da DARPA Blue - Pentágono prepara milhões de vacinas contra a gripe global futura


Laboratório Pentágono investigação de ponta diz que eles usaram uma colheita em massa de plantas de tabaco para ajudar a produzir uma infinidade de combate à gripe vacinas.
Laboratório Pentágono em investigação de ponta diz que eles usaram uma colheita em massa de plantas de tabaco para ajudar a produzir uma infinidade de vacinas no combate à gripe.
TAGS: Saúde , Drogas , EUA

O DARPA, laboratório do Pentágono anunciou um marco, mas não um marco que envolva atividades militares como aviões ou mísseis de destruição em massa. Simplesmente cientistas da Advanced Research Projects Agency Defesa disseram que produziram 10 milhões de doses de uma vacina contra a gripe em apenas um mês.
Em um comunicado feito à imprensa fora do escritório da agência esta semana, os cientistas da DARPA dizem que chegaram em um passo importante sendo até mesmo capazes de combater uma pandemia de gripe que poderia algum dia dizimar a população da Terra. Ao trabalhar com a empresa de vacina Medicago Inc., o laboratório do Pentágono fez uma investigação de ponta e disseram que eles usaram uma colheita em massa de plantas de tabaco para ajudar a produzir uma infinidade de combate à gripe vacinas.
"Testes confirmaram que uma única dose da vacina candidata H1N1 da gripe VLP induziram níveis de anticorpos protetores hemaglutinina em um modelo animal quando combinado com um adjuvante de alumínio padrão", escreve a agência, enquanto ainda notar, no entanto, que "A dose equivalente é necessário para proteger os humanos de doença natural e só podem ser determinado pelo futuro, ensaios clínicos prospectivos. "
Pesquisadores testaram antes usando ovos de galinha para colher compostos para uso em vacinas contra a gripe. Com um surto futuro requerendo cientistas para o passo acima com uma solução o mais rapidamente possível, no entanto, eles virou-se para plantas de tabaco para ajudar a produzir as vacinas.
"A vacinação de populações suscetíveis durante a fase inicial de uma pandemia é fundamental para a contenção", Dr. Alan Magill, DARPA gerente de programa, diz em comunicado oficial. "Nós estamos olhando à base de vegetais soluções para a produção de vacinas como uma alternativa mais rápida e eficiente para o padrão à base de ovo tecnologias, ea pesquisa é muito promissor."
A Organização Mundial de Saúde tem ido no registro dizer que tanto quanto a metade das pessoas no planeta podem ser afetados por uma pandemia em um futuro próximo, e que poderia levar até nove meses para uma vacina para uma estirpe do vírus da pandemia para se tornar disponível. Com as vidas de bilhões de pessoas em todo o mundo em jogo, a DARPA está tentando determinar novas formas de antídotos produzindo em tão pouco tempo quanto possível. Agora os pesquisadores dizem que, em apenas um mês, os cientistas "produziu mais de 10 milhões de doses (conforme definido em um modelo animal) de uma vacina candidata contra a gripe H1N1 baseadas em partículas semelhantes a vírus (VLP)."
Através do programa DARPA Anjo Azul previamente estabelecido, os pesquisadores passaram vários anos à procura de novas formas de produzir grandes quantidades de vacina grau de proteína que poderiam ser usados ​​para combater o que eles dizem que são muito reais emergentes e novas ameaças biológicas.
Andy Sheldon, Chief Executive Officer da Medicago, diz em comunicado de imprensa da empresa afirma que "A realização do teste de fogo rápido marca um avanço significativo para demonstrar a nossa tecnologia e potencial para Medicago para ser o primeiro respondedor em caso de uma pandemia de gripe surto ".
Medicago pesquisa foi realizada em uma instalação de vacina 97 mil metros quadrados na Carolina do Norte, que foi financiado através de um Acordo de Investimento 21 milhões dólares de Tecnologia com a DARPA.

rt.com

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Nota Indireta à Verdade

Observando atentamente o texto:
 "os cientistas da DARPA dizem que chegaram em um passo importante sendo até mesmo capazes de combater uma pandemia de gripe que poderia algum dia dizimar a população da Terra..."
"A Organização Mundial de Saúde tem ido no registro dizer que tanto quanto a metade das pessoas no planeta podem ser afetados por uma pandemia em um futuro próximo..."

Não estariam eles confirmando  que tudo não se passa de uma façanha realizada por eles mesmos?? Como podem as pessoas ainda não se tocarem que estamos vivenciando um teatro global na qual somos os personagens principais e eles os diretores?? Até quando estaremos nos fantasiando desse fatoche carnal que nos impede ao raciocínio lógico?? Ou seremos condenados às premissas de um mundo tirano e governado por meros ditadores de regras...Fique com voces esta conclusão
 

Israelenses se preparam para a guerra contra o Irã








ft.com
ft.com


Larissa, um gerente de 66 anos de idade, funcionário de uma empresa de investimento em Israel, esperava ansiosamente na fila em um centro juvenil de Tel Aviv semana passada para obter uma máscara de gás, uma das dezenas de milhares de israelenses correndo para pegar esses kits de proteção nas últimas semanas.
Em meio à especulações de que Israel possa realizar ataques às instalações nucleares do Irã e possivelmente levar à uma guerra regional, no entanto, o número de israelenses coletando máscaras de gás financiados pelo Governo quadruplicou de 17.000 em abril para 70.000 em julho, de acordo com o militar.
Quando se preparava para receber a caixa dos trabalhadores dos correios que foram encarregados da distribuição das máscaras, Larissa, que não queria que o seu último nome fôsse a ser publicado, disse: "Eu estou com medo - Eu não acredito que um ataque vai acontecer, mas eu gostaria de ter a máscara apenas no caso. "

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Irã: Plano para fechar Estreito de Ormuz Finalizado








Primeira semana de outubro destinado para o ataque?
Paul Joseph Watson
Infowars.com
Segunda-feira 16 julho, 2012
O Irã confirmou que seu plano para fechar o Estreito de Ormuz foi finalizado e já encontra-se pronto para ser colocado em prática logo que a confirmação for recebida do líder supremo do Imam Sayyed Ali Khamenei, em meio à relatos de que o presidente Obama destinou a primeira semana de outubro para um possível ataque às instalações nucleares iranianas.
"Temos um plano (de contingência) para o bloqueio do Estreito de Hormuz, mas sua implementação exige decisão e ordem do comandante-em-chefe (o líder)", disse o major-general Hassan Firouzabadi a repórteres.
Embora alguns observadores têm afirmado repetidas vezes de que o fechamento da rota de trânsito retórica do Irã nada mais é do que rumores ou blefe, já Firouzabadi insistiu que a ameaça era verdadeira.
"O Ocidente pode pensar que estamos apenas blefando com o bloqueio do Estreito de Ormuz, mas já temos alguns bons planos de como fazer isso", disse Firouzabadi cujo nome foi citado pela agência de notícias Fars .
Os Estados Unidos responderam em meio à  situação de semana passada com o envio de drones mar subaquáticos que iriam encontrar e destruir minas impedindo o Irã de ser capaz de bloquear o Estreito.
Em um esforço para reduzir a influência do Irã na região, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos ontem calmamente anunciaram a abertura de novos gasodutos que seriam como formas de ignorar o Estreito de Ormuz, mais que dobrando a quantidade de óleo evitando o ponto de estrangulamento para cerca de 40 por cento dos 17 milhões de barris por dia que passam através da Ormuz.
A especulação de que o Irã irá fechar o Estreito, é ponto-chave do afogador através da qual 33% dos embarques mundiais de petróleo passam todos os dias, nos quais tem se intensificado durante a maior parte do ano passado.
Falsos rumores de que o Estreito foi fechada já elevaram os preços do petróleo. Especialistas previram que os preços do petróleo irão subir de  US $ 300 para $ 500 dólares por barril se o Irã fecha o canal de navegação, em retaliação por um ataque dos EUA / Israel às instalações nucleares do país.
Embora as tensões nos últimos meses se agravaram, com qualquer possível ataque contra o programa nuclear do Irã provavelmente adiado até o próximo ano, um novo relatório de inteligência israelense DEBKA file sugere que o ataque poderia ser antecipado para outubro.
"Diplomacia nuclear entrou em colapso e o presidente Barack Obama está preparado mais que nunca", afirma o artigo, sugerindo que a primeira semana de outubro foi reservado para o ataque.
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Paul Joseph Watson é o editor e escritor de Planet.com Prisão . Ele é o autor de Order Out Of Chaos. Watson também é um regular preenchimento do host para o Alex Jones Show e Notícias Infowars noite.
 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Coincidência ou Não? Seria a tal SKYNET do futuro?

| Por Misha Glenny- The New York Times News Service/Syndicate

Uma arma que não podemos controlar

Londres – A decisão dos Estados Unidos e de Israel de desenvolver e implantar o vírus de computador conhecido como Stuxnet nas instalações nucleares iranianas, no final do governo Bush, marcou um importante e perigoso momento na gradual militarização da internet. Washington chegou a um beco sem saída: caso isso continue a acontecer, as guerras modernas sofrerão uma profunda transformação, à medida que adentramos em um território hostil e desconhecido.



Uma arma que não podemos controlar
Londres – A decisão dos Estados Unidos e de Israel de desenvolver e implantar o vírus de computador conhecido como Stuxnet nas instalações nucleares iranianas, no final do governo Bush, marcou um importante e perigoso momento na gradual militarização da internet. Washington chegou a um beco sem saída: caso isso continue a acontecer, as guerras modernas sofrerão uma profunda transformação, à medida que adentramos em um território hostil e desconhecido.
Uma coisa é criar um vírus e mantê-lo guardado para que seja utilizado no futuro, caso as circunstâncias o tornem necessário. Isso é muito diferente de implantá-lo em tempos de paz. O Stuxnet foi o ponto de partida de uma nova corrida armamentista, que provavelmente levará à disseminação de armas cibernéticas ainda mais poderosas por meio da internet. Diferentemente das armas nucleares e químicas, os países estão desenvolvendo armas cibernéticas que não obedecem a qualquer padrão ou regulamento.
Não existem tratados internacionais ou acordos que restrinjam o uso das armas cibernéticas, que podem fazer praticamente tudo: desde controlar um único laptop, até destruir toda a infraestrutura bancária e de telecomunicações de um país. Portanto, é do interesse dos Estados Unidos exigir uma regulamentação antes que esse monstro se vire contra seu criador.
O Stuxnet foi originalmente criado com o objetivo específico de infectar a usina de enriquecimento de urânio de Natanz, no Irã. Para que isso fosse possível, o governo teve que levar um pen drive até a usina e introduzir o vírus em sua rede de computadores privada e "offline". Mas, apesar do isolamento de Natanz, de alguma maneira o Stuxnet se espalhou na rede, afetando centenas de milhares de sistemas em todo o mundo.
Esse é um dos grandes perigos de uma corrida armamentista descontrolada no ciberespaço; uma vez que os vírus são lançados, os desenvolvedores perdem o controle sobre suas criações, que inevitavelmente irão procurar e atacar as redes de pessoas inocentes. Além disso, agora que o primeiro tiro foi disparado, todos os países que têm capacidade ofensiva na internet ficarão tentados a utilizá-la.
Até as recentes revelações feitas pelo repórter David E. Sanger, do New York Times, não existiam provas definitivas de que os Estados Unidos estivessem por trás do Stuxnet. Agora, os especialistas em segurança na internet descobriram uma conexão clara entre seus criadores e um vírus recentemente descoberto, chamado Flame, que transforma os computadores infectados em ferramentas de espionagem de múltipla ação que infectaram computadores por todo o Oriente Médio.
Há muito tempo os Estados Unidos são um importante líder no combate à disseminação de um tipo de vírus de computador conhecido como malware, utilizado por hackers, criminosos, serviços de inteligência e organizações terroristas visando alcançar seus próprios objetivos. Mas ao introduzir vírus tão perigosos quanto o Stuxnet e o Flame, os Estados Unidos minaram gravemente sua credibilidade moral e política.
O Flame circulou pela internet por pelo menos quatro anos e não foi detectado pelas grandes desenvolvedoras de antivírus, tais como a McAfee, a Symantec, a Kaspersky Labs e a F-Secure – empresas que são fundamentais para garantir que os consumidores que respeitam as leis possam navegar pela internet sem serem perturbados por um exército de programadores de malwares, que lançam vírus terríveis na internet com o objetivo de roubar dinheiro, dados, propriedade intelectual e identidades. Contudo, importantes membros do setor expressaram grande preocupação com o apoio do Estado ao desenvolvimento e ao lançamento do malware mais potente da história.
Durante a guerra fria, os principais ativos dos países eram seus mísseis e ogivas nucleares. Normalmente, sua quantidade e localização eram conhecidas por todos, assim como o dano que eram capazes de causar e o tempo necessário para que fossem lançados.
A guerra cibernética é diferente: os ativos de um Estado são tanto a fraqueza das defesas dos computadores de seus inimigos quanto o poder das armas que o país possui. Portanto, há uma grande tentação em penetrar os sistemas inimigos para avaliar sua própria capacidade, antes que um conflito aconteça. Não vale a pena tentar atingir seus inimigos depois que o conflito tenha sido iniciado, uma vez que eles estarão preparados e que existe o risco de que eles já tenham infectado os sistemas de seu país. Depois que a lógica dos conflitos cibernéticos estiver estabelecida, esse processo se tornará extremamente preocupante e precipitado, podendo levar à propagação descontrolada de malwares.
Até o momento, os Estados Unidos têm evitado a discussão a respeito da regulamentação da Internet com a Rússia e com a China. Washington acredita que qualquer ação em prol de um tratado pode minar sua pretensa superioridade no campo das armas cibernéticas e da robótica. E também teme que Moscou e Pequim possam explorar a regulamentação mundial das atividades militares na Internet, para justificar o fortalecimento das poderosas ferramentas que esses países já utilizam para restringir as liberdades civis na internet. Por mais difícil que isso seja, os Estados Unidos precisam considerar a realização de discussões com as maiores potências mundiais, com o intuito de abordar as regras que deverão reger as operações militares na internet.
Quaisquer acordos deverão regulamentar apenas os usos militares da internet e devem evitar todas as cláusulas que possam afetar a utilização pessoal ou comercial da rede mundial de computadores. Ninguém é capaz de impedir a corrida para a criação de armas cibernéticas, mas um tratado poderia prevenir que elas fossem lançadas em tempos de paz, permitindo uma reação coletiva contra países e organizações que violassem essa regra.
A superioridade técnica não é um fato incontestável, e nenhum outro país é mais dependente de um sistema de computadores interligados que os Estados Unidos. Washington precisa impedir o avanço dessa corrida armamentista, já que não há garantias de que o país irá vencê-la no futuro.

(Misha Glenny é professor convidado na Faculdade de Relações Públicas e Internacionais da Universidade de Columbia, e autor do livro 'DarkMarket: Cyberthieves, Cybercops and You' – DarkMarket: Ladrões, policiais e você no mundo cibernético, em tradução livre.)

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